Quatro perguntas em uma verificação
Um site que não abre pode falhar em etapas bem diferentes, e tratar tudo como fora do ar atrapalha o diagnóstico. Aqui separamos: o nome resolve para algum endereço, o servidor aceita conexão, para onde ele redireciona e o que ele responde no fim da cadeia.
Cada etapa aparece com o resultado próprio. Um nome que não resolve não é a mesma coisa que um servidor que resolve mas não responde, e nenhum dos dois é a mesma coisa que um servidor que responde com erro.
O que fazemos e o que recusamos
Só aceitamos endereços públicos em http ou https, nas portas 80 e 443. Recusamos usuário e senha na URL, portas fora do padrão e qualquer nome que resolva para faixas internas, de loopback, privadas ou de metadados de nuvem. Cada redirecionamento é validado de novo antes de ser seguido.
Não executamos o JavaScript da página e lemos apenas um trecho inicial da resposta. A verificação não faz login, não envia formulário e não interage com o site.
Como ler o resultado
Um HTTP 200 prova que o servidor respondeu à requisição pública, e só isso. Login, busca, carrinho e área logada podem estar quebrados com a home respondendo normalmente. É por isso que nunca traduzimos um 200 em serviço funcionando.
O redirecionamento de http para https é o comportamento esperado hoje. Um HSTS declarado com prazo longo indica que o site pede ao navegador para nunca mais tentar a versão insegura.