Como o teste funciona
Quando você inicia, o navegador pede permissão para acessar o microfone. A partir daí lemos apenas a amplitude do sinal para desenhar a barra de nível. O áudio não é gravado em memória duradoura, não é enviado para servidor nenhum e não passa por qualquer serviço externo.
Ao parar o teste, encerramos todas as faixas de captura, o que apaga o indicador de gravação do navegador imediatamente. Fechar a aba tem o mesmo efeito.
O que fazer se a barra não se mexe
Primeiro confira se o microfone certo está selecionado. Fones com microfone, webcams e placas de captura aparecem como dispositivos diferentes, e o sistema pode estar ouvindo o errado. No Windows e no macOS isso fica nas configurações de som, na seção de entrada.
Depois confira o botão físico de mudo. Muitos fones e alguns notebooks têm um corte de hardware que o navegador não consegue contornar nem reportar. Se houver um segundo aparelho por perto, testar nele separa defeito de configuração em poucos segundos.
Permissão negada por engano
Se você recusou o acesso, o navegador guarda essa escolha para o site e não pergunta de novo. Para reverter, clique no cadeado ao lado do endereço, libere o microfone e recarregue a página.
Enquanto a permissão estiver negada, nada é acessado. O teste não tenta contornar a recusa e não usa nenhum caminho alternativo para chegar ao aparelho.
Antes de uma reunião
Se o microfone funciona aqui e falha em uma chamada específica, o problema tende a estar naquele aplicativo ou na permissão que você deu a ele, não no aparelho. Vale checar as configurações de áudio dentro do próprio programa.
Se a voz sai cortada em vez de sumir, a causa costuma ser a rede e não o microfone. A variação entre respostas é o que produz esse efeito.